No final de fevereiro, a guerra entre a Rússia e a Ucrânia teve início. Imediatamente, os jornais divulgaram os acontecimentos e o mundo todo teve a oportunidade de saber sobre o desenrolar dela. E é claro, além das mídias tradicionais, a internet também desempenhou um papel importante ao mostrar o conflito em detalhes.
No início de abril, o jornalista Thomas L. Friedman, publicou um artigo no jornal The New York Times sobre essa ser a guerra verdadeiramente mundial, pois com a sociedade hiperconectada, qualquer um que tenha um smartphone e acesso à internet tem como saber o que está acontecendo nos dois países.
De acordo com Friedman, a população mundial consegue interferir no conflito, algo que não foi possível na 1ª Guerra Mundial e nem na segunda. Com a internet, os usuários conseguem expressar opiniões sobre o assunto mais facilmente e ter visibilidade, e também podem contribuir com doações àqueles afetados pelo problema.
Essa situação é uma maneira de avaliar o poder da internet e de uma sociedade antenada no mundo virtual. Por meio das redes sociais, as pessoas se informam e opinam, sendo não apenas receptoras de conteúdo, mas sim, produtoras e influenciadoras. E isso tudo sem fronteiras. A guerra acontece na Europa, mas brasileiros podem ajudar com um clique. É uma realidade nova, rápida, repleta de informação.
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Artigo – Álvaro Moura (diretor da Premium)